domingo, 19 de agosto de 2007
Felicidade - Pensamento anónimo...
"Se não encontras a tua metade da laranja, não desanimes, procura a metade do limão, põe-lhe açúcar, aguardente e gelo e sê feliz..."
quinta-feira, 9 de agosto de 2007
AMIGO
Mal nos conhecemos
Inaugurámos a palavra amigo!
"Amigo" é um sorriso
De boca em boca,
Um olhar bem limpo,
Uma casa, mesmo modesta, que se oferece,
Um coração pronto a pulsar
Na nossa mão!
"Amigo" (recordam-se, vocês aí,
Escrupulosos detritos?)
"Amigo" é o contrário de inimigo!
"Amigo" é o erro corrigido
Não o erro perseguido, explorado,
É a verdade partilhada, praticada!
"Amigo" é a solidão derrotada!
"Amigo" é uma grande tarefa,
É um trabalho sem fim,
Um espaço sem fim,
Um espaço útil, um tempo fértil,
"Amigo" vai ser, é já uma grande festa!
Alexandre O'Neill, No Reino da Dinamarca
Inaugurámos a palavra amigo!
"Amigo" é um sorriso
De boca em boca,
Um olhar bem limpo,
Uma casa, mesmo modesta, que se oferece,
Um coração pronto a pulsar
Na nossa mão!
"Amigo" (recordam-se, vocês aí,
Escrupulosos detritos?)
"Amigo" é o contrário de inimigo!
"Amigo" é o erro corrigido
Não o erro perseguido, explorado,
É a verdade partilhada, praticada!
"Amigo" é a solidão derrotada!
"Amigo" é uma grande tarefa,
É um trabalho sem fim,
Um espaço sem fim,
Um espaço útil, um tempo fértil,
"Amigo" vai ser, é já uma grande festa!
Alexandre O'Neill, No Reino da Dinamarca
Bondade / Maldade humana

Sempre acreditei que o Mundo se dividia em boas e más pessoas, mas confesso que nunca tinha encontrado as más... Até que um dia descobri que realmente há pessoas cujo maior interesse é falar da vida alheia e que só ficam felizes com a desgraça dos outros!!! Que passam a vida a fazerem-se de coitadinhos, como se Deus perdesse algum do seu precioso tempo só para as tornar infelizes!!!
Esta foi uma das mais importantes aprendizagens... nunca mais o meu Mundo foi igual! Quando conheci esse ser verifiquei que a sua sede de protagonismo e maledicência eram superiores à educação que supostamente os pais lhe deram... Verifiquei também que eu não era um alvo-chave, mas tudo o que rodeia esse ser e que é mais feliz do que ele era alvo dos seus comentários e chacotas... A ela só posso dizer três coisas:
1º Get a life...
2º Olha mais para o teu umbigo e corrige a tua vida em vez de olhares para a vida dos outros...
3º Serei sempre muito mais feliz do que tu, pois sei o que realmente importa!!! E tenho-o!!!
E nunca mais vou pensar nela!!!
sexta-feira, 3 de agosto de 2007
Gosto de...
E há destas coisas... Recebi um convite do Cajó um pouco estranho confesso, mas que me fez ver que realmente é mais fácil dizer o que se não gosta do que o contrário!!! Mas adiante...
Assim sendo, aqui vai:
Gosto de ser feliz...
Gosto da minha família, das graçolas e do sentido de oposição do meu irmão, do carinho, preocupação e da andorice da minha irmã, do sorriso cheio de ternura do meu pai e das esfregadelas da minha mãe, da atenção da minha tia, das criancices da minha avó e da alegria, carinho e ensinamentos dos meus sobrinhos...
Gosto de lambidelas de cão, arranhadelas e ronronar de gato, gosto do esvoaçar e do piar dos pássaros e de todos os animais em geral!
Gosto de fotografia pela sua capacidade de me fazer escapar do dia a dia (e de gastar dinheiro de vez em quando)!
Gosto da minha casa nova, não por se minha mas por me permitir ter o meu lugar no Mundo...
Gosto dos meus amigos... Sobretudo os que me restam e que são muitos e bons!!!
Gosto do meu passado e gosto do meu futuro, seja ele qual for!!!
Gosto de livros, de folhear, de cheirar e devorar alguns autores de que gosto!
Gosto que me achem mau feitio, para com esse receio não me magoarem...
Gosto de poder correr, passear como se o Mundo não tivesse donos e o tempo não tivesse freios...
Gosto de comer pão com manteiga ou de fazer molhinhas no prato!!!
Gosto de ver crianças felizes, velhinhos contentes e amparados e animais bem cuidados!!!
Gosto de ter certeza de qua amanhã ainda há muito mais para gostar!!!
Passo agora o desafio ao Viriato e à Rita para que possam também dizer de sua justiça!!!
Beijinhos a todos e gostem muito de gostar!!!
Assim sendo, aqui vai:
Gosto de ser feliz...
Gosto da minha família, das graçolas e do sentido de oposição do meu irmão, do carinho, preocupação e da andorice da minha irmã, do sorriso cheio de ternura do meu pai e das esfregadelas da minha mãe, da atenção da minha tia, das criancices da minha avó e da alegria, carinho e ensinamentos dos meus sobrinhos...
Gosto de lambidelas de cão, arranhadelas e ronronar de gato, gosto do esvoaçar e do piar dos pássaros e de todos os animais em geral!
Gosto de fotografia pela sua capacidade de me fazer escapar do dia a dia (e de gastar dinheiro de vez em quando)!
Gosto da minha casa nova, não por se minha mas por me permitir ter o meu lugar no Mundo...
Gosto dos meus amigos... Sobretudo os que me restam e que são muitos e bons!!!
Gosto do meu passado e gosto do meu futuro, seja ele qual for!!!
Gosto de livros, de folhear, de cheirar e devorar alguns autores de que gosto!
Gosto que me achem mau feitio, para com esse receio não me magoarem...
Gosto de poder correr, passear como se o Mundo não tivesse donos e o tempo não tivesse freios...
Gosto de comer pão com manteiga ou de fazer molhinhas no prato!!!
Gosto de ver crianças felizes, velhinhos contentes e amparados e animais bem cuidados!!!
Gosto de ter certeza de qua amanhã ainda há muito mais para gostar!!!
Passo agora o desafio ao Viriato e à Rita para que possam também dizer de sua justiça!!!
Beijinhos a todos e gostem muito de gostar!!!
domingo, 29 de julho de 2007
Solidão...
A maior solidão é a do ser que não ama. A maior solidão é a dor do ser que se ausenta, que se defende, que se fecha, que se recusa a participar da vida humana.
A maior solidão é a do homem encerrado em si mesmo, no absoluto de si mesmo,
o que não dá a quem pede o que ele pode dar de amor, de amizade, de socorro.
O maior solitário é o que tem medo de amar, o que tem medo de ferir e ferir-se,
o ser casto da mulher, do amigo, do povo, do mundo. Esse queima como uma lâmpada triste, cujo reflexo entristece também tudo em torno. Ele é a angústia do mundo que o reflete. Ele é o que se recusa às verdadeiras fontes de emoção, as que são o patrimônio de todos, e, encerrado em seu duro privilégio, semeia pedras do alto de sua fria e desolada torre.
Vinicius de Morais
A maior solidão é a do homem encerrado em si mesmo, no absoluto de si mesmo,
o que não dá a quem pede o que ele pode dar de amor, de amizade, de socorro.
O maior solitário é o que tem medo de amar, o que tem medo de ferir e ferir-se,
o ser casto da mulher, do amigo, do povo, do mundo. Esse queima como uma lâmpada triste, cujo reflexo entristece também tudo em torno. Ele é a angústia do mundo que o reflete. Ele é o que se recusa às verdadeiras fontes de emoção, as que são o patrimônio de todos, e, encerrado em seu duro privilégio, semeia pedras do alto de sua fria e desolada torre.
Vinicius de Morais
terça-feira, 10 de julho de 2007
A carta no caminho
Adeus, mas estarás
comigo, irás dentro
duma gota de sangue circulando em minhas veias
ou fora, beijo que me escalda o rosto
ou cinto de fogo na minha cintura.
Minha doçura, recebe
o grande amor que irrompeu da minha vida
e em ti não encontrava território
como o explorador perdido
nas ilhas do pão e do mel.
Encontrei-te depois
da tempestade,
a chuva lavou os ares
e na água
teus doces pés brilharam como peixes.
Adorada, parto para os meus combates.
Escavarei a terra, abrirei uma cova
e nela o teu Capitão
irá esperar-te com flores na cama.
Não penses mais, minha doçura,
no tormento
que pelo meio de nós passou
como um raio de fósforo
e nos queimou talvez.
A paz chegou também porque volto
à minha terra para lutar,
e como tenho o coração completo
com a parte de sangue que me deste
para sempre,
e como
levo
as mãos cheias do teu ser desnudo,
fita-me,
fita-me,
fita-me no mar, que vou radiante,
fita-me na noite que navego,
e mar e noite são os teus olhos.
Nunca te deixo, quando me afasto.
Vou dizer-te agora:
a minha terra há-de ser tua,
vou conquistá-la,
não apenas para ta dar,
mas para a dar a todos,
a todo o meu povo.
Um dia o ladrão deixará a sua torre
e o invasor será expulso.
Nas minhas mãos, até agora
acostumadas à pólvora, crescerão
todos os frutos da vida.
E saberei acariciar as novas flores
porque tu me ensinaste a ternura.
Minha doçura, adorada,
virás comigo à luta corpo a corpo
porque em meu coração vivem teus beijos
como bandeiras vermelhas
e, se cair, não só
a terra me cobrirá
mas este grande amor que me trouxeste
e viveu circulando no meu sangue.
Virás comigo,
espero-te nessa hora,
nessa e em todas as horas,
em todas as horas te espero.
E quando a tristeza que detesto
bater à tua porta,
diz-lhe que eu te espero,
e quando a solidão quiser que troques
o anel onde o meu nome está escrito,
diz à solidão que se entenda comigo,
que eu tive que partir
porque sou um soldado
e que onde quer que eu esteja,
sob a chuva ou sob
o fogo, meu amor,
estarei à tua espera.
À tua espera no deserto mais duro
e junto ao limoeiro florido,
onde a primavera nascer, meu amor,
estarei à tua espera.
Quando te disserem: "Esse homem
não te quer", lembra-te
de que os meus pés estão sozinhos nessa noite e procuram
os doces e pequenos pés que adoro.
Quando te disserem, meu amor,
que te esqueci, e mesmo quando
for eu a dizer-to,
quando eu to disser,
não acredites.
Quem e como poderiam
arrancar-te do meu peito
e quem recolheria
o meu sangue
quando de ti me aproximasse a sangrar?
Mas também não posso
esquecer o meu povo.
Vou lutar em cada rua,
atrás de cada pedra.
O teu amor também me ajuda:
é uma flor fechada
que sempre me inunda com o seu aroma
e se abre de repente
dentro de mim como uma grande estrela.
Meu amor, é de noite.
A água escura, o mundo
adormecido cercam-me.
Daqui a pouco romperá a aurora
e escrevo-te, entretanto,
para te dizer: "Amo-te".
Para te dizer "Amo-te", protege,
mantém limpo, levanta,
defende
o nosso amor, minha alma.
Deixo-te como se deixasse
um punhado de terra semeado.
Do nosso amor nascerão outras vidas.
Em nosso amor outros matarão a sede.
Virá talvez um dia
em que um homem
e uma mulher, iguais
a nós,
tocarão este amor, que ainda terá força
para queimar as mãos que o toquem.
Quem fomos? Que importa?
Tocarão este fogo
e o fogo, minha doçura, dirá teu simples nome
e o meu, o nome
que apenas tu soubeste porque apenas
tu, sobre a terra, sabes
quem sou, e porque ninguém me conheceu como uma,
como uma só das tuas mãos,
porque ninguém
soube como, nem quando
meu coração esteve ardendo:
somente
teus grandes olhos pardos o souberam,
a tua boca larga,
a tua pele, os teus peitos,
o teu ventre, as tuas entranhas
e a tua alma, que eu despertei
para que ficasse
a cantar até ao fim da vida.
Meu amor, espero-te.
Adeus, meu amor, espero-te.
Meu amor, meu amor, espero-te.
E assim termina esta carta
sem nenhuma tristeza.
Os meus pés estão firmes sobre a terra,
a minha mão escreve esta carta no caminho,
e no meio da vida estarei
sempre
ao lado do amigo, em frente ao inimigo,
com teu nome na boca
e um beijo que jamais
se separou da tua.
Pablo Neruda
comigo, irás dentro
duma gota de sangue circulando em minhas veias
ou fora, beijo que me escalda o rosto
ou cinto de fogo na minha cintura.
Minha doçura, recebe
o grande amor que irrompeu da minha vida
e em ti não encontrava território
como o explorador perdido
nas ilhas do pão e do mel.
Encontrei-te depois
da tempestade,
a chuva lavou os ares
e na água
teus doces pés brilharam como peixes.
Adorada, parto para os meus combates.
Escavarei a terra, abrirei uma cova
e nela o teu Capitão
irá esperar-te com flores na cama.
Não penses mais, minha doçura,
no tormento
que pelo meio de nós passou
como um raio de fósforo
e nos queimou talvez.
A paz chegou também porque volto
à minha terra para lutar,
e como tenho o coração completo
com a parte de sangue que me deste
para sempre,
e como
levo
as mãos cheias do teu ser desnudo,
fita-me,
fita-me,
fita-me no mar, que vou radiante,
fita-me na noite que navego,
e mar e noite são os teus olhos.
Nunca te deixo, quando me afasto.
Vou dizer-te agora:
a minha terra há-de ser tua,
vou conquistá-la,
não apenas para ta dar,
mas para a dar a todos,
a todo o meu povo.
Um dia o ladrão deixará a sua torre
e o invasor será expulso.
Nas minhas mãos, até agora
acostumadas à pólvora, crescerão
todos os frutos da vida.
E saberei acariciar as novas flores
porque tu me ensinaste a ternura.
Minha doçura, adorada,
virás comigo à luta corpo a corpo
porque em meu coração vivem teus beijos
como bandeiras vermelhas
e, se cair, não só
a terra me cobrirá
mas este grande amor que me trouxeste
e viveu circulando no meu sangue.
Virás comigo,
espero-te nessa hora,
nessa e em todas as horas,
em todas as horas te espero.
E quando a tristeza que detesto
bater à tua porta,
diz-lhe que eu te espero,
e quando a solidão quiser que troques
o anel onde o meu nome está escrito,
diz à solidão que se entenda comigo,
que eu tive que partir
porque sou um soldado
e que onde quer que eu esteja,
sob a chuva ou sob
o fogo, meu amor,
estarei à tua espera.
À tua espera no deserto mais duro
e junto ao limoeiro florido,
onde a primavera nascer, meu amor,
estarei à tua espera.
Quando te disserem: "Esse homem
não te quer", lembra-te
de que os meus pés estão sozinhos nessa noite e procuram
os doces e pequenos pés que adoro.
Quando te disserem, meu amor,
que te esqueci, e mesmo quando
for eu a dizer-to,
quando eu to disser,
não acredites.
Quem e como poderiam
arrancar-te do meu peito
e quem recolheria
o meu sangue
quando de ti me aproximasse a sangrar?
Mas também não posso
esquecer o meu povo.
Vou lutar em cada rua,
atrás de cada pedra.
O teu amor também me ajuda:
é uma flor fechada
que sempre me inunda com o seu aroma
e se abre de repente
dentro de mim como uma grande estrela.
Meu amor, é de noite.
A água escura, o mundo
adormecido cercam-me.
Daqui a pouco romperá a aurora
e escrevo-te, entretanto,
para te dizer: "Amo-te".
Para te dizer "Amo-te", protege,
mantém limpo, levanta,
defende
o nosso amor, minha alma.
Deixo-te como se deixasse
um punhado de terra semeado.
Do nosso amor nascerão outras vidas.
Em nosso amor outros matarão a sede.
Virá talvez um dia
em que um homem
e uma mulher, iguais
a nós,
tocarão este amor, que ainda terá força
para queimar as mãos que o toquem.
Quem fomos? Que importa?
Tocarão este fogo
e o fogo, minha doçura, dirá teu simples nome
e o meu, o nome
que apenas tu soubeste porque apenas
tu, sobre a terra, sabes
quem sou, e porque ninguém me conheceu como uma,
como uma só das tuas mãos,
porque ninguém
soube como, nem quando
meu coração esteve ardendo:
somente
teus grandes olhos pardos o souberam,
a tua boca larga,
a tua pele, os teus peitos,
o teu ventre, as tuas entranhas
e a tua alma, que eu despertei
para que ficasse
a cantar até ao fim da vida.
Meu amor, espero-te.
Adeus, meu amor, espero-te.
Meu amor, meu amor, espero-te.
E assim termina esta carta
sem nenhuma tristeza.
Os meus pés estão firmes sobre a terra,
a minha mão escreve esta carta no caminho,
e no meio da vida estarei
sempre
ao lado do amigo, em frente ao inimigo,
com teu nome na boca
e um beijo que jamais
se separou da tua.
Pablo Neruda
domingo, 8 de julho de 2007
Há coisas fantásticas, não há?
Ontem, dia 07-07-07 tive o prazer de conviver com uma família muito bonita... Não falo só da sua fisionomia, que era lindíssima, mas do seu coração! Recebeu-me com o à-vontade das pessoas puras de coração e a boa vontade dos generosos!
Confesso que depois de alguma más experiências andava arredada do convívio, limitando-o somente aqueles que me são sobejamene conhecidos...
Mas nesta tarde, senti renascer em mim a esperança no ser humano e na sua capacidade de amar e fazer sentir amado, sem pedir nada em troca além da amizade pura e simples dos homens bons!!!
Bem hajam!!! E obrigado por tudo, até breve!
Confesso que depois de alguma más experiências andava arredada do convívio, limitando-o somente aqueles que me são sobejamene conhecidos...
Mas nesta tarde, senti renascer em mim a esperança no ser humano e na sua capacidade de amar e fazer sentir amado, sem pedir nada em troca além da amizade pura e simples dos homens bons!!!
Bem hajam!!! E obrigado por tudo, até breve!
segunda-feira, 2 de julho de 2007
sábado, 30 de junho de 2007
My Favourite Things (II)
Radicals and SN2 substitutions,
Kc expressions and buffer solutions,
Haworth projections of pyranose rings -
These are a few of my favourite things!
Manganate (VII) that looks like Ribena,
Models of membranes made out of pipe-cleaners,
Programmes on CHIME about haemoglobin -
These are a few of my favourite things!
Weird fruity smells from esterification,
Reflux condensers and redox titrations,
Dichromate (VI) when it’s oxidising -
These are a few of my favourite things!
Standard electrodes, cell statements, salt bridges,
Benzene in petrol, CFCs in fridges,
NMR spectra and nuclear spin -
These are a few of my favourite things!
Born-Haber cycles and mole calculations,
Rate laws and stoichiometric equations,
Maxwell and Boltzmann and Hess and Pauling -
These are a few of my favourite things!
Transfers of protons in acids and bases,
Eluants, solvent fronts, stationary phases,
Lock-and-key models and chymotrypsin -
These are a few of my favourite things!
Beta-D-glucose and glycine and valine,
Loud orange azo dyes and phenolphthalein,
Complexes with transition metals in -
These are a few of my favourite things!
Bright-coloured flame tests of alkali metals,
Aldehydes, ketones and hemiacetals,
Enzyme cofactors and B vitamins -
These are a few of my favourite things!
Teflon and Terylene and polystyrene,
DNA helices, guanine and thymine,
Islets of Langerhans and insulin -
These are a few of my favourite things!
Ether and NaBH4 reductions,
Van der Waal’s forces and semi-conduction,
Bending vibrations when bonds stretch like springs -
These are a few of my favourite things!
Stereochemical isomerism,
Kinetics, catalysts, and mechanisms,
Metal hydroxides precipitating -
These are a few of my favourite things!!
Kc expressions and buffer solutions,
Haworth projections of pyranose rings -
These are a few of my favourite things!
Manganate (VII) that looks like Ribena,
Models of membranes made out of pipe-cleaners,
Programmes on CHIME about haemoglobin -
These are a few of my favourite things!
Weird fruity smells from esterification,
Reflux condensers and redox titrations,
Dichromate (VI) when it’s oxidising -
These are a few of my favourite things!
Standard electrodes, cell statements, salt bridges,
Benzene in petrol, CFCs in fridges,
NMR spectra and nuclear spin -
These are a few of my favourite things!
Born-Haber cycles and mole calculations,
Rate laws and stoichiometric equations,
Maxwell and Boltzmann and Hess and Pauling -
These are a few of my favourite things!
Transfers of protons in acids and bases,
Eluants, solvent fronts, stationary phases,
Lock-and-key models and chymotrypsin -
These are a few of my favourite things!
Beta-D-glucose and glycine and valine,
Loud orange azo dyes and phenolphthalein,
Complexes with transition metals in -
These are a few of my favourite things!
Bright-coloured flame tests of alkali metals,
Aldehydes, ketones and hemiacetals,
Enzyme cofactors and B vitamins -
These are a few of my favourite things!
Teflon and Terylene and polystyrene,
DNA helices, guanine and thymine,
Islets of Langerhans and insulin -
These are a few of my favourite things!
Ether and NaBH4 reductions,
Van der Waal’s forces and semi-conduction,
Bending vibrations when bonds stretch like springs -
These are a few of my favourite things!
Stereochemical isomerism,
Kinetics, catalysts, and mechanisms,
Metal hydroxides precipitating -
These are a few of my favourite things!!
My Favourite Things (I)
Raindrops on roses and whiskers on kittens
Bright copper kettles and warm woollen mittens
Brown paper packages tied up with string,
These are a few of my favorite things.
Cream coloured ponies and crisp apple strudel,
Door bells and sleigh bells and schnitzel with noodles
Wild geese that fly with the moon on their wings,
These are a few of my favorite things.
Girls in white dresses and blue satin sashes,
Snow-flakes that stay on my nose and eye-lashes,
Silver white win-ters that melt into spring,
These are a few of my favorite things,
When the dog bites,
When the bee stings,
When I'm feeling sad,
I simply remember my favorite things,
And then I don't feel, so bad.
Bright copper kettles and warm woollen mittens
Brown paper packages tied up with string,
These are a few of my favorite things.
Cream coloured ponies and crisp apple strudel,
Door bells and sleigh bells and schnitzel with noodles
Wild geese that fly with the moon on their wings,
These are a few of my favorite things.
Girls in white dresses and blue satin sashes,
Snow-flakes that stay on my nose and eye-lashes,
Silver white win-ters that melt into spring,
These are a few of my favorite things,
When the dog bites,
When the bee stings,
When I'm feeling sad,
I simply remember my favorite things,
And then I don't feel, so bad.
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